domingo, 21 de outubro de 2018

II Sábado Cultural

Arte Popular para Crianças


Neste sábado, 20 de outubro, a UMEI Rosalda Paim realizou seu segundo sábado cultural e visitou mais uma vez o Museu de Arte Popular Janete Costa. Além da exposição cheia de cor e vida sobre o rio São Francisco, crianças e adultos participaram de uma sessão de contação de histórias e assistiram ao espetáculo musical "Mario, mar e o amor".















Aqui a contadora de histórias Cristina Pezel encanta a todos
 com a leitura do livro "Maria Tereza"




O espetáculo "Mário, mar e o amor" é costurado por  canções da cultura popular e de diversos compositores da MPB. Mostra as aventuras de Mário, que se lança ao mar em busca de um tesouro, deixando na praia sua amada Ana Rosa. Na despedida, ela lhe presenteia com um anel, em prova de seu amor.


 


sexta-feira, 19 de outubro de 2018

V Feira de Ciências

Mais uma vez a UMEI Rosalda Paim participou da Feira de Ciências que ocorre na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. 
Representadas pelos Grupos de Referência de 5 anos, a UMEI compartilhou as experiências e conhecimentos sobre a natureza e o corpo humano.
Acompanhe os detalhes da Feira de Ciências na aba "Trabalhos Apresentados".
















terça-feira, 16 de outubro de 2018

A literatura para além dos muros da escola


O balde viajante
(Relato das Professoras Jessica Dantas e Érica Santos)

A literatura infantil tem  movido o Grupo de Referência 4A desde o início do ano letivo. Dentro e fora da nossa sala, tem promovido momentos prazerosos e significativos para todo o grupo. Nossos dias são recheados de descobertas e brincadeiras de faz-de-conta frequentemente deflagradas pelas histórias contadas por nós professoras e/ou “lidas” por eles espontaneamente no cantinho da leitura. Dizemos lidas por eles, porque apesar de a leitura ainda não ser realizada convencionalmente (junção das letras, sílabas e palavras), nossas crianças leem a partir das ilustrações dos livros literários que dispomos na sala, bem como a partir de outros elementos encontrados nos textos. 

Temos observado o reflexo desse estímulo nas brincadeiras de faz-de-conta que, dia após dia tem apresentado enredos mais complexos, dramas, mortes e especialmente relatos de vivências familiares. Notamos também que alguns de nossos pequenos, os mais tímidos ou reservados, mantém com os livros uma relação íntima de troca, de companhia, de parceria.

No inicio desse ano letivo, lemos para eles a maravilhosa e riquíssima história “Guilherme Augusto Araújo Fernandes”  (Men Fox e Julie Vivas - Ed. Brinque Book)). O objetivo inicial era explorar o nome e sobrenome dos personagens fazendo-os assim, perceber o próprio nome como sua identidade. Assim fizemos. Mas essa historia reservava muito mais para o nosso grupo! As crianças ficaram extremamente sensibilizadas com a amizade verdadeira entre Guilherme e os idosos do asilo, especialmente com o Cesto de Memórias criado por ele para trazer à tona as memórias que a Dona Antônia, personagem do livro, havia esquecido.

Foi aí que tivemos a ideia de fazer com eles, em parceria com a família, o cesto das memórias. A família enviava um objeto da criança em segredo e nós colocávamos no cesto para ser desvelado durante a roda de conversa matinal.

Após essa experiência, que ajudou a movimentar as conversas em nossa rodinha, fizemos o movimento inverso juntando as duas experiências, criando o o BALDE VIAJANTE.


Dentro de um balde, confeccionado para a atividade, colocamos alguns livros literários que já lemos com e para eles e, um objeto afetivo da nossa sala (um brinquedo, um  jogo ou um objeto que a criança goste  mais) e um caderno para que as famílias registrassem junto com a criança a experiência de leitura de um dos livros ou vários deles e as conversas que surgissem a partir do objeto encontrado no Balde.
                












    



Esperamos com essa experiência, envolver ainda mais as famílias no cotidiano escolar. Acreditamos que a literatura infantil possa nos ajudar a construir um canal de comunicação mais afetivo, contribuindo para uma escola mais acolhedora e cheia de significados para a criança. Para nós, a literatura é um dos caminhos para o desenvolvimento da criatividade e da imaginação, além de proporcionar um delicioso momento de trocas e de convivência familiar.







domingo, 16 de setembro de 2018

Sábado Cultural: música e poesia

Neste último sábado, 15 de setembro, realizamos, em parceria com a Biblioteca Parque de Niterói, nosso sábado cultural. A atividade envolveu a interação das crianças da UMEI Rosalda Paim com o grupo Tatu canta cá e um sarau de poesias realizado pelas professoras do GREI 5.

 











O grupo musical Tatu canta cá cantou e encantou a todos com um lindo repertório de músicas  populares infantis.
                                                                                



Os rostinhos das crianças mostram o encantamento e envolvimento com atividade
realizada pela dupla.
 

Após a apresentação do grupo, as professoras e crianças da Umei Rosalda Paim
 leram poesias de Cecília Meireles e Manoel de Barros.




Um sábado cheio de cores e alegrias!
Agradecemos à Biblioteca Parque de Niteroi por sempre nos receber com tanto carinho!

 


segunda-feira, 20 de agosto de 2018

V Mostra Pedagógica da UMEI Rosalda Paim


No próximo sábado, 25/08, estaremos realizando mais uma Mostra Pedagógica. Nosso objetivo é compartilhar com toda comunidade escolar as experiências que vivemos ao longo do primeiro semestre deste ano!! Não perca!!



terça-feira, 19 de junho de 2018

O encontro entre a literatura infantil e as crianças do GREI 4A


O tão esperado Café Literário!
(Relato das professoras Erica Santos e Jéssica Dantas)
Somos um grupo de duas professoras e vinte crianças, algumas já pertencentes a Unidade Escolar desde 2016, outros chegando neste ano. Juntos, formamos o GREI 4A, no qual as crianças têm entre 4 e 5 anos.
A literatura infantil e a leitura de histórias foi a primeira estratégia na criação do vínculo conosco e entre eles. Elas proporcionaram ao grupo experiências sensoriais (medo, excitação, surpresa e curiosidade) e abriram um leque de possibilidades para que as propostas pedagógicas fossem desenvolvidas.
A magia da literatura foi invadindo a nossa sala, de tal maneira que transformou-se em lindos e aconchegantes cantos de brincadeiras e leitura. Um varal literário surgiu da necessidade de expormos aquilo que estamos estudando, antes alguns livros preferidos deles, e atualmente os gibis que recebemos por doação da comunidade escolar.

A ideia de realizarmos um café  literário surgiu quando, nós professoras, pensamos em potencializar a experiência leitora das crianças fora do espaço da sala de aula, vivenciando uma experiência de leitura própria de leitores comuns, quando trocamos informações sobre os livros que mais gostamos, conversamos sobre os nossos  personagens preferidos e  juntos tomamos um café. Assim, explicamos ao grupo nossa ideia, que logo foi abraçada com entusiasmo. Combinamos onde e como seria. E juntos fizemos uma lista de alimentos que gostaríamos de ter neste café da manhã. Começou então, uma contagem regressiva. todos os dias escutávamos a mesma pergunta: __É hoje tia, o café da manhã? E até que enfim, o dia chegou!!




Crianças alegres e animadas chegaram prontas para o café literário, munidos de deliciosas contribuições para o café e coloridos livros para darmos asas à imaginação. O canto da árvore foi o ambiente escolhido para esse momento, o escolhemos por ser um espaço aconchegante que nos aproxima da natureza, trazendo toda sua harmonia em meio ao trânsito da cidade.





Iniciamos nosso café literário fazendo uma linda roda em volta das gostosuras trazidas pelas crianças e por nós. Após esse delicioso café da manhã, as crianças contaram para seus amigos as histórias dos livros que trouxeram e foi nesse momento que percebemos como eles evoluíram na literatura, fazendo valer a pena cada história que já contamos para eles até hoje. Eles já sabem explorar os livros e as histórias através das imagens, folheiam com diferentes entonações demonstrando interpretar o texto.


                    











Concordamos com a autora Fanny Abramovich que, "é através de uma história que se pode descobrir outros lugares, outros tempos, outros jeitos de agir e de ser, outros tempos, outros jeitos de agir e de ser, outras regras, outra ética, outra ótica... É ficar sabendo de história, filosofia, direito, política, sociologia, antropologia, etc. sem precisar saber o nome disso tudo e muito menos achar que tem cara de aula.”      (ABRAMOVICH, 1997, p.17) 







Para finalizar nossa agradável manhã, contamos para eles histórias da Turma da Mônica, de Mauricio de Souza, inspirador do nosso trabalho neste semestre. Mas isto já é outra história...

quinta-feira, 7 de junho de 2018

segunda-feira, 28 de maio de 2018



A Secretaria Municipal de Educação Ciência e Tecnologia e a Fundação Municipal de Educação informam que as aulas nas escolas municipais de Niterói serão retomadas na próxima segunda-feira (04/06). Apesar do fornecimento de gás das unidades educacionais já estar restabelecido, o fornecedor de alimentos e insumos notificou a prefeitura a impossibilidade de normalizar o serviço nesta semana.

sábado, 26 de maio de 2018


Aulas são suspensas em Niterói

Empresas informam não ter como fornecer gás, mantimentos e 
merenda por conta da greve dos caminhoneiros

As aulas na rede municipal de ensino de Niterói estão suspensas a partir da próxima segunda-feira (28), segundo anunciou a Prefeitura, por meio da Secretaria de Educação, Ciência e Tecnologia e da Fundação Municipal de Educação. 
De acordo com a pasta, a suspensão foi necessária uma vez que as empresas fornecedoras de gás, mantimentos e merenda das escolas formalizaram a inviabilidade de realizar o serviço na próxima segunda: 'Esperamos que, com a retomada do fornecimento de combustíveis, as aulas possam voltar na próxima terça-feira (29)'.
Fonte: Jornal O Fluminense - 25/05/18

terça-feira, 1 de maio de 2018

Curiosidade e Investigação

Quando um esqueleto invadiu a sala

Relato das Professoras Angélica Costa e Natália Salvador



Uma criança discute com a outra observando um material exposto na parede da sala de aula.

- Humanos têm exoesqueletos ou humanos têm endoesqueletos?

Rapidamente se dirigem a professora repetindo a pergunta, mas um deles mesmo responde: 

- Exoesqueletos são ossos por fora, como uma casquinha. E endoesqueletos são ossos por dentro. A gente é humano e têm ossos por dentro!

Somos o grupo 5A (formado por 20 crianças entre 5 e 6 anos) e 2 professoras. E diante de tantas curiosidades e desafios, essas crianças nos impulsionaram para um campo de pesquisa e investigação sobre o corpo humano regado por perguntas sem fim.


- Como é o corpo por dentro?

-Tem osso?

- Como é o osso?



Assim, utilizamos como 

primeira estratégia pedagógica, oferecer uma caixa com um esqueleto de plástico desmontado. Aos poucos as crianças foram se aproximando, brincando e descobrindo. 

Observaram, manusearam e até experimentaram, fazendo daqueles ossos uma parte da brincadeira. Compararam e mediram no próprio corpo. O crânio chamou mais a atenção!





 Hipóteses foram surgindo:

 - É uma pessoa e deve ter cinco anos como a gente!

Com a ajuda de professores e amigos conseguiram formar o esqueleto. Enquanto isso, como boas observadoras, fomos anotando suas perguntas:

- Quantos ossos tem o corpo humano?

- Qual o maior osso?

- Qual o menor osso?

- Nariz tem osso? 

- Orelha tem osso?

- Os ossos são iguais?

Pesquisas, vídeos informativos e textos  nos trouxeram algumas respostas e também novas perguntas.


- Como consertar o osso quando quebra?

- Quem já quebrou um osso?

- Como faz para o osso ficar bom?

- Como a gente corre?

- Como a gente pula?

- E quando a gente dorme, o osso dorme?

- Porque a gente tem que comer?

- A comida vai para o osso?

- Qual o caminho da comida dentro do corpo?

- Por onde ela passa?

- Porque a gente faz xixi e faz cocô?

- O que é cocô?

- Porque a gente solta pum?

- Porque o coração bate?

- Porque sai sangue quando a gente se machuca?

- Para onde vai o sangue?



 Essas e outras perguntas constroem e estruturam o nosso mapa conceitual*, desdobrando-se em atividades de investigação, experimentação, produção e registros. Momentos que ensinam e divertem professoras e crianças cheias de energia e vontade de descobrir coisas novas.


Dialogando com a arte, propomos uma experiência na qual cada criança criou uma escultura representando os ossos. Usando farinha de trigo e água, as crianças puderam manipular  a massa, brincar, amassar, se familiarizando com aquele material (sua estrutura, textura) e, aos poucos, lindas esculturas foram surgindo. Como esse grupo tem nos surpreendido!





Ainda pensando em um modo de responder as perguntas que foram aparecendo, surgiu a ideia de convidarmos uma professora de biologia para uma entrevista. A conversa foi repleta de animação! Falamos sobre o corpo, sobre os ossos, alimentação, hábitos de higiene e depois ainda fizeram uma atividade proposta pela educadora convidada. Foi um momento de muito aprendizado para todos!






Mapa conceitual é a forma como as docentes da UMEI Rosalda  Paim organizam os conteúdos que serão  propostos durante o ano. Cada grupo de referência constrói o seu mapa, de acordo com a faixa etária e interesses das crianças